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	<title>Sebastiany Branding &#187; Branding</title>
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	<description>Blog da Sebastiany Branding, escritório especializado em estratégia e design de marcas</description>
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		<title>Branding não é design de Marcas</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 01:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sebastiany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana respondemos a seguinte pergunta do Formspring, feita pelo Cecílio Júnior Qual a diferença entre Branding e PIV (Projeto de Idenditade VIsual)? O Branding engloba mais teoria e estratégia e o PIV mais a parte prática visual? &#160; Vamos primeiro separar os conceitos. &#160; Um projeto de PIV é um projeto de construção da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p class="formspringmeAnswer">Nesta semana respondemos a seguinte pergunta do Formspring, feita pelo <a title="@ceciliow" href="http://twitter.com/ceciliow" target="_blank">Cecílio Júnior </a></p>
<p class="formspringmeAnswer"><span style="color: #ff6600;"><strong><em>Qual a diferença entre Branding e PIV (Projeto de Idenditade VIsual)? O Branding engloba mais teoria e estratégia e o PIV mais a parte prática visual?</em></strong></span></p>
</blockquote>
<p class="formspringmeAnswer">&nbsp;</p>
<p class="formspringmeAnswer">Vamos primeiro separar os conceitos.</p>
<p class="formspringmeAnswer">&nbsp;</p>
<p>Um projeto de PIV é um projeto de construção da IDENTIDADE VISUAL DE MARCA, ou seja, sobre como uma marca visualmente se comunica. Vale lembrar que o PIV não é a única manifestação VISUAL da identidade da marca e que a mesma também se comunica VERBALMENTE.</p>
<p>Um projeto de PIV envolve geralmente elementos como cores, tipografia, padrões visuais e efetivamente uma marca gráfica (símbolo e/ou logotipo)</p>
<p>Um projeto de Branding é um projeto de gestão e construção da IMAGEM da marca, ou seja, da construção de VALOR e REPUTAÇÃO centradas no</p>
<p>BRAND EQUITY (valor financeiro da marca)</p>
<p>SHARE OF MIND (presença no mapa mental de marca do público)</p>
<p>BRAND AWARENESS (conhecimento da marca)</p>
<p>Porém um projeto de Branding pode também envolver o entendimento ou desenvolvimento da IDENTIDADE DA MARCA, mas não estou falando aqui da identidade visual, e sim da definição do DNA de marca, seu propósito, posicionamento e plataforma.</p>
<p>Portanto BRANDING (em um primeiro momento) não tem nada a ver com o desenvolvimento de um projeto de IDENTIDADE VISUAL&#8230; porém 2 pontos levam muitas pessoas a misturarem um com o outro.</p>
<p>O primeiro é que muitos dos primeiros conceitos e escritórios de BRANDING surgiram de escritórios especializados em IDENTIDADE VISUAL CORPORATIVA que adentraram questões estratégicas, em um primeiro momento não pela gestão, mas pela definição da IDENTIDADE DE MARCA.</p>
<p>Pela natureza destes escritórios como FUTUREBRAND, LANDOR, WOLF OLINS etc era natural que o projeto de PIV fosse desenvolvido para seguir a identidade da marca, o que nos leva ao segundo motivo desta confusão comum entre PIV e BRANDING:</p>
<p>A imagem da marca é formada através do contato que o público tem com a mesma, seja através do atendimento, publicidade, pontos de venda, produto, boca a boca etc&#8230;. e também é claro da identidade visual. Porém esta está presente em quase todos os demais pontos de contato, e portanto toma um papel importante no trabalho de materializar a personalidade e valores da identidade de marca.</p>
<p>O resultado é que muitos projetos de BRANDING hoje acompanham projetos de PIV, causando a confusão atual quando são apresentados.</p>
<p>Já tivemos vários clientes que chegaram ao escritório pedindo por projetos de BRANDING quando na verdade queriam um projeto de identidade visual.</p>
<p>Infelizmente o problema é agravado quando vemos hoje muitos colegas designers usando o tema BRANDING para se referir a projetos de logo&#8230;  O que é uma pena, pois isso não somente mostra despreparo e banaliza o mercado de branding, como também é a repetição de um comportamento aventureiro (de se fazer o que não se domina e de forma despreparada) que os designers sempre criticaram nos outros, em especial nos &#8220;micreiros&#8221;.</p>
<p>Não há nada de errado em um designer entrar no mercado de branding&#8230; mas o que você diria para um micreiro que quer ser designer? Provavelmente diria: &#8220;faça uma faculdade ou pós graduação, apenas ler um ou dois livros não vai resolver&#8221;</p>
<p>Eu digo o mesmo&#8230; faça uma das muitas pós graduações que existem hoje disponíveis e se torne um profissional de verdade.</p>
<p>Por favor, não seja um &#8220;micreiro do branding&#8221;</p>
<p class="formspringmeFooter"><a href="http://www.formspring.me/Sebastiany?utm_medium=social&amp;utm_source=wordpress&amp;utm_campaign=shareanswer">Tudo o que você sempre quis saber sobre marcas, mas tinha vergonha de perguntar!</a></p>
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		<title>Arquitetura é experiência!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sebastiany</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos Publicados]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
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		<description><![CDATA[Arquitetura é experiência! – A arquitetura como parte da estratégia de branding. Em nossa última edição, escrevi sobre o papel da arquitetura enquanto comunicação de uma promessa de marca. Desta vez, abordaremos o papel da arquitetura como parte da experiência de consumo em bares, restaurantes, cafeterias e demais estabelecimentos de alimentação. Experiência que se constitui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Arquitetura é experiência! – A arquitetura como parte da estratégia de branding.</strong></p>
<p>Em nossa última edição, escrevi sobre o papel da arquitetura enquanto comunicação de uma promessa de marca. Desta vez, abordaremos o papel da arquitetura como parte da experiência de consumo em bares, restaurantes, cafeterias e demais estabelecimentos de alimentação. Experiência que se constitui como parte da entrega e atendimento das expectativas, como comentei em meu<strong><a title="edição de outubro de 2008" href="http://www.sebastiany.blog.br/index.php/arquitetura-e-comunicacao/" target="_blank"> artigo anterior.</a></strong></p>
<p><span id="more-240"></span>Ao pensarmos na experiência de consumo, tendemos a dar especial atenção ao produto, mesmo que este não se restrinja ao sabor do alimento e cada vez mais tenha o visual e a apresentação também valorizados. Porém não podemos perder de vista o contexto onde esta entrega se dará: nos espaços e ambientes onde o produto verdadeiramente se insere como parte de uma experiência multisensorial. Para quem já pediu um <em>delivery</em> ou <em>take-over</em> e percebeu que o mesmo prato fora do seu contexto não parece ter a mesma graça, sabe do que eu estou falando. Isso ocorre pela percepção que temos ao sermos estimulados através dos sentidos, que afetam diretamente (positiva ou negativamente) o nosso estado emocional e nossa percepção do que está ao nosso redor.</p>
<p>Dentro de uma visão de branding (construção de marcas) uma das questões que permeia a experiência de marca é justamente o trabalho com os diferentes sentidos do cliente, ou o chamado design multisensorial. Tato, visão, paladar, olfato e audição se somam para criar uma experiência mais ampla e rica quando trabalhados em harmonia. Se a própria percepção de sabor é a mescla entre o aroma e o paladar, que outros sentidos podemos adicionar para enriquecer esta experiência?</p>
<p>Atualmente, o design multisensorial ganha espaço em diferentes segmentos. Cada vez mais, por exemplo, lojas de moda desenvolvem aromas para os seus ambientes, cuidam melhor de sua iluminação e trabalham até programações personalizadas para o som ambiente. Pode não parecer, mas boa parte destas mesmas lojas não escolhe ao acaso o seu aroma, ou desenvolve internamente a programação de seu som ambiente, ao contrário, contam com empresas de consultoria especializadas na definição de sensações (seja elas olfativas, sonoras ou visuais) que estejam alinhadas à personalidade de suas marcas e fortalecimento do seu posicionamento.</p>
<p>Percebemos o mundo através dos sentidos, e à medida que os mesmos se mesclam em de forma harmoniosa, mais sentido e prazer obtemos destas experiências.</p>
<p>O que é interessante de se observar neste contexto é a preocupação de marcas de bancos, lojas e outros segmentos em promover cada vez mais uma experiência de compra multisensorial, pois perceberam os resultados que poderiam obter em aumento de vendas e satisfação dos clientes, enquanto justamente a maioria dos restaurantes (bares, caferias etc), que pela própria natureza da atividade tiveram sempre a oportunidade de explorar a experiência multisensorial em todos os sentidos (literalmente), pouco o fazem de uma maneira verdadeiramente coordenada.</p>
<p>Pode haver na maior parte dos estabelecimentos sim a preocupação com o produto, e mesmo com a arquitetura e decoração. É verdade. Mas não de uma forma integrada. Não é incomum vermos a experiência proporcionada pelo ambiente se apresentar de forma desconexa do posicionamento da empresa, produto, música ambiente, iluminação, atendimento, etc.</p>
<p>Como o alimento (que soma visual, aroma e paladar), a arquitetura por si só também é uma experiência multisensorial. Nela podemos ver trabalhadas amplamente a estimulação visual das cores, formas e iluminação, bem como das sensações de textura e tato proporcionadas pelos diferentes materiais e superfícies com os quais o cliente tem contato. Mas a experiência da arquitetura não para por aí. Diferentes materiais liberam ou absorvem aromas, e a forma como são organizados no espaço podem dissipar ou intensificar os ruídos do ambiente.</p>
<p>A integração destes sentidos, e das mensagens que esta mesma arquitetura comunica, fazem parte da construção de uma marca forte, sólida, consistente, e principalmente, coerente. Quando estas diferentes partes se encontram desconexas (mesmo que de bom gosto) o cliente tende a ter dificuldade em entender qual é a proposta do seu estabelecimento, e o que ele deve verdadeiramente esperar ou sentir à respeito do seu produto e serviço.</p>
<p>Cada detalhe conta para criar uma experiência integrada e rica. Ao trabalhar adequadamente as diferentes sensações que podem cativar o emocional do seu cliente, mais ele tendera a gostar de você. E a sua arquitetura? Faz sentido?</p>
<p>Artigo publicado originalmente na revista Gourmet e Food Service em Dezembro de 2008</p>
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		<title>Arquitetura é comunicação!</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 13:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sebastiany</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dentro de um projeto de Branding (processo de construção de marcas fortes), uma das maiores preocupações da gestão é que a mensagem comunicada pela empresa seja sempre a mesma em todos os “pontos de contato”, ou seja, desde o nome, logotipo, produto, embalagem, atendimento, publicidade, comunicação e, entre outras, sim a arquitetura.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_214" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://www.vladi.com.br/"><img class="size-full wp-image-214       " title="skapino" src="http://www.sebastiany.com.br/blogdesign/wp-content/uploads/2010/01/skapino2.jpg" alt="FOTO: Vladimir Fernandes" width="450" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">FOTO: Vladimir Fernandes</p></div>
<p><strong>A arquitetura como parte da estratégia de branding.</strong></p>
<p>Dentro de um projeto de Branding (processo de construção de marcas fortes), uma das maiores preocupações da gestão é que a mensagem comunicada pela empresa seja sempre a mesma em todos os “pontos de contato”, ou seja, desde o nome, logotipo, produto, embalagem, atendimento, publicidade, comunicação e, entre outras, sim a arquitetura.</p>
<p><span id="more-210"></span></p>
<p>Neste contexto, pode nos parecer estranho dizer que arquitetura é comunicação. Tendemos a olha para ela somente como parte da infra-estrutura de atendimento e operação de um estabelecimento de alimentação, ou como invólucro que, como uma embalagem, protege um produto, ou ainda como um dos componentes da experiência de consumo e serviço (falaremos sobre isso na próxima edição da revista).</p>
<p>Porém, da mesma forma que a função de uma embalagem não está restrita ao abrigo do produto, a arquitetura exerce também as funções de atrair o olhar, seduzir e convencer o cliente da compra.</p>
<p>Ao olharmos pela primeira vez para a fachada de um restaurante, padaria ou cafeteria, imediatamente formamos uma primeira impressão sobre o estabelecimento. Isso ocorre de maneira rápida e similar ao que fazemos ao julgar uma pessoa pela sua aparência. Criamos assim uma “primeira impressão” e esta nos diz se o lugar é mais tranqüilo ou animado; para um público mais jovem ou maduro; se mais caro ou barato; etc.</p>
<p>Esta primeira impressão criará inadvertidamente uma expectativa no cliente, ou o que nós profissionais de Branding chamamos de “promessa de marca”. A promessa é o que o seu cliente esperará do serviço ou produto em função das mensagens que ele recebe (por diferentes pontos de contato). É com base nesta expectativa que ele tomará ou não uma decisão de compra, e julgará se o seu estabelecimento atendeu ou não as promessas previamente formuladas.</p>
<p>Neste sentido, a fachada está comunicando ao cliente quem o seu restaurante (ou padaria, ou cafeteria etc) é, e o que ele pode esperar do seu atendimento e serviço. Porem, o papel de comunicação da arquitetura não pode parar na fachada, e deve continuar na “narrativa” no ambiente interno, pois quando essa comunicação está desajustada, a promessa não corresponderá à entrega e teremos sempre clientes insatisfeitos.</p>
<p>Aqui vale uma observação: um cliente insatisfeito não é necessariamente um cliente “ofendido” ou “decepcionado”, mas sim todo e qualquer cliente que não vê motivo, ou não sente vontade de voltar ao seu estabelecimento. Qualquer coisa como: “bonzinho” ou “não é nada demais” na avaliação do seu serviço já sinaliza esta insatisfação.</p>
<p>É difícil convencer um cliente da primeira compra. Da mesma forma que ocorre com todos nós (afinal também somos clientes) nos sentimos inseguros de locais que não conhecemos, e se algo parece não fazer sentido, ou estar fora de contexto, nossa suspeita será ainda maior. Com os sentidos em estado de alerta, tudo será motivo para insatisfação: uma pequena demora no atendimento vira uma demora enorme, uma lasquinha no móvel se torna sinônimo de descaso, um guardanapo caído no chão um sinal de falta de higiene, e assim por diante. O segredo está nos detalhes? Também! Porem mais do que isso está no todo da comunicação da qual a arquitetura faz parte.</p>
<p>O tempo todo, através das formas, materiais, decoração, mobiliário e iluminação a arquitetura compõe uma narrativa da experiência do seu cliente. Cada objeto, móvel, superfície ou textura continuamente reforça ou deteriora a expectativa inicial. A dificuldade está em compreender como o seu cliente irá “ler” o seu espaço, e nem sempre será da maneira como você “escreveu”. Se já é facil, em um simples e-mail, sermos interpretados equivocadamente, imagine as probabilidades disto ocorrer com um projeto de ambientação que é feito pensando apenas no gosto do dono, e não nos dos cliente.</p>
<p>A dificuldade decorre pois enquanto comunicação, a arquitetura está estruturada dentro dos códigos culturais de uma sociedade, de suas classes, e das pessoas que fazem parte dela. Enquanto para uns a melhor maneira da arquitetura comunicar (por exemplo) “sofisticação”: seria o uso de uma colunata neo-clássica na fachada; outros diriam que isso é brega e que sofisticado é o design minimalista escandinavo; outros ainda diriam que não, que sofisticado é o uso de tecnologia; e assim por diante. Para cada perfil de público, a pertinência da mensagem muda, e não é possível agradar à todos ao mesmo tempo.</p>
<p>Temos que saber portanto, não apenas o que queremos dizer, mas com quem desejamos falar.</p>
<p>E a sua arquitetura? O que tem falado ultimamente?</p>
<ul>
<li>Artigo publicado originalmente na revista Gourmet e Food Service em outubro de 2008</li>
</ul>
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