Design de Cardápios (parte 1)

06/07/2010

Originalmente, quando pensei em escrever este artigo, o objetivo era apresentar de maneira sucinta alguns dos principais pontos que os donos de restaurantes, bares e cafeterias devem estar atentos ao desenvolver o projeto gráfico e visual dos seus cardápios. No entanto, pouco a pouco o conteúdo foi crescendo, e de um simples artigo, transformou-se em uma matéria dividida em 4 partes.

Não tive a pretensão de esgotar o assunto, mas o objetivo é apresentar um panorama detalhado sobre o papel dos cardápios nas estratégias dos restaurantes, bem como as principais preocupações e dúvidas freqüentes sobre como: devo colocar fotos? O visual deve ser atraente ou discreto? Devo incluir outro idioma? Qual a melhor forma de atualizar preços? De quanto em quanto tempo devo alterar o visual do cardápio? Entre outras dúvidas recorrentes.

Nesta primeira edição, detalharemos os usos de fotos em cardápios. No segundo artigo falaremos sobre formatos, materiais, acabamentos e sua durabilidade. Na terceira parte da série, falaremos sobre o papel do design gráfico e da linguagem visual do cardápio na imagem do restaurante. E na última e 4 parte, abriremos para as dúvidas mais freqüentes dos leitores.

Espero que este conteúdo, bem como o das próximas edições possa ajudá-lo a ver a questão do cardápio do seu restaurante de forma menos complicada. Boa Leitura.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

MORTE AOS DESIGNERS ???

30/06/2010

Se você está lendo este texto, é provavelmente porque o título acima gerou-lhe alguma forma ou de curiosidade ou repulsa.

Repulsa, foi também o que senti, anos atrás, ao ver pela primeira vez, no bazar de um N-Design (encontro anual e nacional de estudantes de design) a venda de um adesivo com a frase “MORTE AOS MICREIROS”. Não era a primeira vez que encontrava esta frase, ou mesmo me deparado com diferentes versões onde o suposto ódio aos micreiros era manifestado. Preconceitos sempre me incomodaram.

Na época de faculdade, de conversas em bares à listas de discussão na internet (principalmente) o tema dos “sobrinhos” ou dos “micreiros” sempre aparecia. O consenso era que estas pessoas que sabem usar alguns softwares e se aventuram a fazer cartazes, sites, logotipos etc, estavam destruindo o nosso mercado, cobrando valores irrisórios e produzindo peças gráficas e digitais de qualidade duvidosa.

Cresci na profissão ouvindo meus colegas falando mal dos micreiros. Mas sabe da verdade? Eu nunca conheci um micreiro. Conheço apenas designers.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

Mobiliário Urbano no Brasil. Design ou Desenho?

14/06/2010

A questão do mobiliário urbano nas cidades brasileiras sofre com uma problemática variada. Além dos conhecidos problemas com a depredação, falta de manutenção, e mudanças de governo, onde cada novo governante adota uma nova padronização para o mobiliário de sua cidade, (o que fica bastante visível na grande variedade de lixeiras encontradas pela cidade: cada gestão adota uma), existem também questões relativas ao desenho das cidades e na forma como este interfere no design do mobiliário em si.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

Marketing para restaurantes

07/06/2010

Marketing é um conjunto de ferramentas que servem para compreender planejar, gerenciar e se comunicar com o mercado. O que implica não somente em falar e expressar, mas também em saber ouvir e olhar o segmento e seus interlocutores. Quando o empresário brasileiro pensa em marketing, principalmente naquele voltado aos restaurantes, a primeira imagem que lhe vem à cabeça é fazer um folheto ou um anúncio. Ele entende o marketing somente como divulgação, e não como uma orientação para o mercado, que envolve um conjunto maior de disciplinas. O marketing, como meio de orientação das empresas para o mercado, vai muito além do papel de coordenar a divulgação do estabelecimento. Envolve, desde a sua concepção, planejamento, adequação até a definição de um perfil de público-alvo que se pretende atrair e conquistar.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

Entendeu, ou quer que eu desenhe?

25/03/2010

Já acreditei em rixas entre (facções) de usuários de programas e plataformas. Já fui da turma do illustrator, já fui da turma do corel draw.  Já defendi o PC, já levantei a bandeira da Apple.

Mas o que aprendi após 10 anos de trabalho na área é que nunca cheguei a lugar algum gastando meu precioso tempo e energia em tópicos como esses. E como você irá perceber, este artigo não é sobre qual software é melhor, nem sobre “o que importa é o profissional”.

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Escrito por: Deia Kulpas
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  • @Coffee_Lab_Br Parabéns
  • @MarceloCherto bela iniciativa
  • @nitrocorpz mas depois lembrem que a cor é pode definir a forma da marca e vice versa.
  • Ótimo artigo sobre nomes e apelidos de marcas http://migre.me/1aXvR
  • DICA PARA JOVENS DESIGNERS: uma crítica ao trabalho que você fez, não é uma crítica a pessoa que você é.
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