Entrevista | Guilherme Sebastiany

17/12/2010

 

Finalizando nossa série de entrevistas com a equipe do escritório, hoje é o Guilherme quem tece seus comentários sobre profissionais de outras áreas atuando no design, o papel das marcas e como se deu seu interesse por branding, entre outras questões.

Sua graduação é em arquitetura. Qual a sua opinião sobre pessoas de outras formações atuarem na área de Design?


Pode parecer estranho vindo de alguém que se formou em arquitetura: mas acho ruim.

Mesmo tendo cursado a grade antiga da FAU-USP, quando o curso de desenho industrial era integrado ao de arquitetura (e não separado como é hoje); mesmo tendo tido uma ótima base em design gráfico, história do design, e projetos de identidade visual e mobiliário urbano; mesmo tendo aula com professores que são até hoje alguns dos melhores profissionais e acadêmicos do design do país; ainda assim quando me formei não me sentia totalmente preparado. Ainda faltavam algumas disciplinas que precisei buscar por conta própria.

Se mesmo com toda a base que a FAU me deu, ainda não estava preparado, acredito que outro profissional de arquitetura que simplesmente do dia para a noite, levianamente, decide atuar no design, provavelmente também não está.

Por outro lado, também dificilmente estará preparado para atuar especificamente com design gráfico um profissional formado em design de produto, ou webdesign. Dentro dos cursos que tem ambas as graduações (produto e gráfico), onde o aluno escolhe na metade do curso qual caminho seguir, é comum a ideia equivocada de que “optar por produto é melhor”, porque depois se ele quiser fazer também design gráfico o caminho é mais fácil do que o oposto. E isso é um grande engano. Não é a toa que em grande parte a produção em design gráfico dos profissionais formados em cursos de Webdesign ou design de produto Leia mais »

Escrito por: Sebastiany Branding

Papo da Vez, no DESIGN INFORMA

14/09/2010


Entrevista com Guilherme Sebastiany publicada no site Design Informa.

Confira no link abaixo a entrevista com Guilherme Sebastiany no site Design Informa:

http://designinforma.blogspot.com/2010/09/papo-da-vez-guilherme-sebastiany.html

Escrito por: Guilherme Sebastiany

Existe Mesmo Liberdade Criativa?

01/09/2010

Entre nós designers, é comum encontrarmos aqueles que adoram citar regras de criação. Principalmente quando o assunto é o desenho de um símbolo ou logotipo para uma marca. Mas curiosamente os mesmos designers que vejo ditando regras ou normas são muitas vezes os primeiros a reclamar da tal “falta de liberdade criativa” usualmente por “culpa do cliente”… Segundo eles.

É estranho e incoerente esta posição de quem impõem regras aos outros, mas não aceita limites quando lhe são apresentados. Parece ser sempre uma disputa de poder entre aquele que “sabe mais” e aquele que “manda mais” no projeto, como se a liberdade para criar estivesse relacionada à posse, àquele que verdadeiramente é o “dono na marca”: o criador ou o contratante.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

Somos todos Clientes…

25/08/2010

Seja em uma conversa entre colegas de profissão, em uma lista de discussão, ou nas comunidades das redes sociais, o tópico “CLIENTE” sempre aparece. Curiosamente as reclamações são sempre as mesmas: Imposição de ideias, cores e formas; dificuldade em fazê-lo entender o processo de trabalho; duras negociações ao tentar cobrar os valores adequados, e a eterna luta para se aprovar um trabalho.

Quando comecei à pensar neste artigo, 7 sete anos atrás, o tópico era justamente este. No entanto neste meio tempo muita coisa mudou. Não sinto mais dificuldade em compartilhar o desenvolvimento do projeto com o cliente, nem em colocar na mesa a metodologia adequada ao seu desenvolvimento. Também já e cada vez mais é mais fácil demonstrar o valor e a importância de um bom Design.

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Escrito por: Guilherme Sebastiany

Mais conteúdo e menos conceito!

31/07/2010

“Qual o conceito desta marca?” Esta pergunta é recorrente no dia a dia do escritório, tanto por parte dos nosso clientes, quanto pelos colegas designers que acompanham o nosso trabalho. É natural do ser humano a curiosidade em entender o que está por trás das coisas. Mas o que mais essa pergunta abriga? Por parte dos cliente, talvez a vontade de tocar o universo “mágico” e fascinante que, na sua imaginação, permeia criação. Por parte dos colegas de profissão, talvez o desejo da descoberta dos processos, mistérios e dos segredos da criação de símbolos e logotipos.

Escrito por: Guilherme Sebastiany
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