04/10/2009

As dificuldades de se encontrar novos clientes, dispostos a investir em design, o que é diferente de “gastar” com design, já são conhecidas por nós, que sentimos na pele as dificuldades de manter um fluxo de caixa constante em nossos escritórios. Portanto, não vou ficar aqui choramingando pelas mesmas mazelas de sempre. Vou, no entanto, levantar uma nova questão: Muito se fala e se escreve sobre a dificuldade e lentidão com que novos mercados consumidores de Design são criados, abertos ou conquistados no Brasil, mas pouco se fala sobre um mercado cada vez maior em nosso país, que consome enorme quantidade de recursos, e que envolve profissionais que gerenciam investimentos de porte para uma grande variedade de empresas: Nós Designers, somos um mercado consumidor e gerenciador em constante crescimento.
A idéia da criação em Design como um ato instantâneo, quase divino, está muito longe de retratar a verdade. Levou mais de 100 mil anos para o homem primitivo, à partir das referências de seu ambiente, descobrir como dominar o fogo, e apenas poucos anos para o mesmo homem transformar a internet que conhecemos hoje. Ao olharmos para o último século, fica óbvia a crescente aceleração pela qual passou a área tecnológica. Similarmente, nas artes, foram séculos até o surgimento do impressionismo, mas poucas décadas até sua “superação” pelo expressionismo. Hoje, quase meio século após o revolucionário New Look de Dior, que marcou uma década, a moda é substituída continuamente por coleções que duram pouco mais que alguns meses. A aceleração das possibilidades criativas só é possível nesta escala, pois são também mais amplas as referências, em um mundo onde nosso repertório cresce em progressão geométrica .
03/09/2009

Quando tratamos de identidade no delivery, primeiro precisamos estabelecer as distinções entre dois modelos de negócio que, embora pareçam ser iguais quanto à conveniência, produto e logística, divergem quanto à necessidade de comunicação. Neste segmento, encontramos duas propostas distintas: a primeira, é o “delivery do restaurante”, na qual um estabelecimento que já opera no local decide expandir para a entrega em domicílio; a segunda é o “restaurante delivery” que, conforme o próprio nome sugere, atua somente com a entrega ao cliente em seu domicílio ou escritório. Embora pareçam ser a mesma coisa – e os problemas quanto à qualidade do produto na entrega sejam idênticos –, o tratamento de comunicação dado a ambos deve ser diferente.

Nestes 11 anos de atuação em design de marcas, vi todo tipo de argumento pró e contra o termo “logomarca”. Este artigo não pretende colocar um ponto final no assunto, nem levantar mais uma bandeira, mas sim para jogar um pouco de luz na discussão. Para tanto, selecionei alguns dos argumentos mais comuns utilizados em ambos os lados para avançar a discussão.
adobe ambientação arquitetura Branding cardápios carreira comunicação corel criação crise desenho design designer dicas diferenciação entrevista estágio flickr gráfico identidade INPI investimento logo logomarcas logos logotipo logotipos marca marca fantasia marcas marketing Naming nome nome empresarial nomes nominativa processo criativo profissão prática profissional registro restaurante Restaurantes sebastiany slogan terminologia
Copyright ©2009 Sebastiany - Branding e Design Estratégico de Marcas
Blog Desenvolvido por Carranca Design